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17 de dez. de 2010

Cruzeiro vence o Vasco e pega o Galo na final do Future Champions

Em tarde inspirada do atacante Léo, Raposa bate cariocas por 2 a 0

Por Genilson Garcia ( Belo Horizonte )


Em jogo movimentado, o Cruzeiro bateu o Vasco e está na final do Future Champions. O time mineiro fez 2 a 0, com gols de Daniel e Léo, ainda no primeiro tempo. As duas equipes criaram muitas chances de gol, mas a Raposa foi superior e poderia ter vencido por um placar ainda mais elástico.

Cruzeiro e Vasco fizeram um primeiro tempo disputado com chances para os dois lados. No lado carioca, o meia Guilherme, principal articulador das jogadas de ataque, foi bem marcado. Já do lado azul, o atacante Léo, destaque da equipe na competição, teve espaço e desequilibrou. No primeiro gol, Léo foi ao fundo pela direita e cruzou. O meia Daniel dominou já tirando um zagueiro e bateu forte: belo gol.

Após o tento, o Cruzeiro mostrou um domínio ainda maior e deu indícios de que ampliaria. Mas o Vasco reagiu e o jogo ganhou em emoção. Érick recebeu bom lançamento e finalizou no cantou. O goleiro celeste Charles fez grande defesa. Na sequência, o meia Guilherme bateu cruzado, levando perigo novamente.

O Cruzeiro quase ampliou em um contra-ataque rápido. Léo recebeu lançamento pela esquerda e tocou para o lateral que Hugo perder cara a cara para o goleiro. Pela esquerda era o caminho do Cruzeiro. Léo recebeu novo lançamento, e desta vez sozinho, partiu para a jogada individual e sofreu pênalti. Daniel foi para a cobrança e bateu para fora.

No final do primeiro tempo, Hugo retribui o presente de Léo. Após boa jogada pela direita, o lateral bateu cruzado. Léo, na segunda trave, precisou apenas empurrar para as redes, 2 a 0 Cruzeiro.

O segundo tempo foi de poucas chances de gol. O Vasco até que tentou, mas não superou a boa marcação do time mineiro. As melhores oportunidades foram da Raposa no contra-ataque, mas o resultado não se alterou.

Com o resultado, Cruzeiro e Atlético-MG se enfrentam neste sábado, às 18h30m (de Brasília), no campo do Uni, em Belo Horizonte.

16 de dez. de 2010

Future: Cruzeiro se classifica para a semifinal ao bater o Peñarol por 3 a 1

Time celeste apaga má impressão deixada no empate com o Mamelodi

Por Genilson Garcia
Belo Horizonte

Cruzeiro e Peñarol entraram no campo da Uni-BH, na manhã desta quarta-feira, com chances de classificação para as semifinais da Future Champions. O time mineiro estava em primeiro no grupo B, e os uruguaios, em terceiro. Porém, quem ficou com a vaga foram os celestes, após a vitória por 3 a 1. Bruno, Leo e Daniel marcaram para o Cruzeiro, enquanto Belo descontou para o Peñarol.
A partida foi movimentada, com bons chutes a gol e grandes defesas dos goleiros. Como ambos tinham condições de conseguir a vaga, os nervos ficaram à flor da pele. Os uruguaios não aceitaram a derrota e ficaram revoltados.
Quando o juiz encerrou a partida, os jogadores do Peñarol partiram para cima dos do Cruzeiro, mas os ânimos foram acalmados rapidamente. Agora, o Cruzeiro volta a campo nesta sexta-feira, para enfrentar o primeiro colocado do grupo D. O Vasco é o favorito, já que depende apenas de um empate diante do DC United para conseguir a vaga.

14 de dez. de 2010

Reconhecimento do título de 1966 lembra geração de ouro do Cruzeiro

Vitória sobre Santos de Pelé é considerada uma das maiores da história

Os torcedores mais antigos e os historiadores do Cruzeiro são unânimes em afirmar que a conquista da Taça Brasil de 1966 e a inauguração do Mineirão, um ano antes, são os dois marcos transformadores do clube. Se antes o Cruzeiro era uma força regional, depois de Tostão, Dirceu Lopes e companhia virou uma grande potência nacional.
O título de 1966, conquistado com duas inesquecíveis vitórias sobre o Santos de Pelé, foi reconhecido pela CBF como equivalente ao Campeonato Brasileiro, disputado a partir de 1971. Com isso, o Cruzeiro passa a ser bicampeão brasileiro. Os dois títulos, somados a quatro conquistas da Copa do Brasil, fazem o clube mineiro ser um dos maiores vencedores de taças do país em todos os tempos.
Veja, acima, vídeo com entrevista de Piazza, integrante do time campeão de 1966.
Tostão 
Para Tostão, oficialização do título de 66 é importante para o clube
Para Tostão, um dos maiores ídolos cruzeirenses de todos os tempos, o reconhecimento apenas oficializa uma conquista que ele já comemorava desde os anos 60.
- Para mim, não muda nada. Eu me sinto campeão brasileiro desde 1966, já que era o título mais importante disputado no Brasil. Além disso, ganhamos do melhor time do mundo, que era o Santos. De qualquer maneira, é importante para o clube a oficialização do título.
Palco
O Rio de Janeiro já tinha o Maracanã desde 1950. E São Paulo, desde 1940, já contava com o charme e o conforto do Pacaembu, cravado no coração da cidade. Belo Horizonte, na época dividida entre a força de América, Atlético e Cruzeiro, tinha o Independência como seu principal palco para o futebol. A capital mineira anseava por um estádio que comportasse maior público e, embalado pelas construções faraônicas da época da ditadura militar no Brasil, o governo de Minas ergueu o Mineirão.
A construção do novo estádio coincidiu com o surgimento de uma geração fantástica de craques no Cruzeiro, que somada a uma base sólida, tricampeã mineira entre 1959 e 1961, formou um dos times mais fantásticos da história do futebol brasileiro.
Esquadrão
Historicamente, o grande clássico mineiro era disputado entre América e Atlético, até os anos 1950. O Cruzeiro, fundado pela colônia italiana de Belo Horizonte como Palestra Itália, em 1921, surgiu como terceira força da cidade e, aos poucos, foi conquistando torcedores, ganhando espaço e conquistando títulos.
A fabulosa geração composta por Tostão, Dirceu Lopes, Piazza e Natal, em meados dos anos 1960, se uniu a nomes já sólidos no clube como Procópio e Hilton Oliveira, tricampeões em 1961. E reforços vindos de fora do estado, como Raul e Evaldo, acabaram formando um time fabuloso.
1966
A Taça Brasil era o único torneio brasileiro que reunia equipes de todo o país. Disputada pelos campeões estaduais do ano anterior, era dividida em chaves regionais. Em 1966, 22 clubes participaram da competição, que contou com times tradicionais como Fluminense, Grêmio, Palmeiras e Náutico, e pequenos como Internacional de Lages, de Santa Catarina, e Anápolis, de Goiás. Clubes que já não existem mais como Rabello, de Brasília, e Ferroviário, de Curitiba - um dos sub-embriões do Paraná Clube -, também disputaram a Taça Brasil naquele ano.
Na primeira fase, o Cruzeiro enfrentou o Americano, campeão do extinto estado da Guanabara. Com duas goleadas (4 a 0 e 6 a 1), o Cruzeiro se classificou para pegar o Grêmio. Após um empate por 0 a 0 em Porto Alegre, o Cruzeiro fez 2 a 1 no Mineirão e se classificou para as semifinais da competição.
O próximo adversário foi o Fluminense, que seria solenemente ignorado. O Cruzeiro venceu o atual campeão brasileiro duas vezes. No Mineirão, um magro 1 a 0, mas, no Maracanã, convincentes 3 a 1 começaram a chamar a atenção do país para o jovem time mineiro.
Grande final
Na final do torneio, o Cruzeiro enfrentaria simplesmente o Santos, então pentacampeão da Taça Brasil. O Peixe tinha em seus quadros, entre outros, Pelé, Zito, Mengálvio e Edu, alguns dos maiores jogadores brasileiros de todos os tempos.
Se vencer o time praiano era uma tarefa difícil para a turma de Tostão e Dirceu Lopes, aplicar 6 a 2, com 5 a 0 só no primeiro tempo, parecia história de conto de fadas. E foi exatamente o que aconteceu. Numa noite pra lá de inspirada, o Cruzeiro goleou o Santos impiedosamente, e levou para o jogo de volta, no Pacaembu, o direito de jogar pelo empate. Qualquer vitória do Santos provocaria uma terceira partida.
Em São Paulo, o Santos entrou mais ligado no jogo e terminou o primeiro tempo com 2 a 0 de vantagem, o que gerou uma das grandes histórias folclóricas ligadas à conquista do Cruzeiro. No intervalo do jogo, o presidente da Federação Paulista de Futebol, Mendonça Falcão, teria procurado o presidente do Cruzeiro, Felício Brandi, para acertar os detalhes da realização do terceiro jogo, em campo neutro. O dirigente cruzeirense, segundo relatos da época, expulsou Falcão do vestiário aos berros.
Lenda ou verdade, o fato é que o Cruzeiro, mais uma vez, fez o que parecia impossível: virou o jogo e saiu do Pacaembu com a Taça Brasil de 1966 nas mãos. Os 3 a 2 sobre o Santos de Pelé, em São Paulo, são considerados, até hoje, uma das maiores vitórias do Cruzeiro em todos os tempos.
Hino para os campeões
Do time titular do Cruzeiro em 1966, apenas Hilton Oliveira não poderá receber as prováveis homenagens que o Cruzeiro e a torcida devem fazer aos ex-atletas. O ponta-esquerda da conquista faleceu em março de 2006, vítima de uma pneumonia. Todos os outros titulares estão vivos.
O fantástico time, que também venceu cinco campeonatos mineiros (1965/1969), e foi a base para a conquista de mais quatro (1972/1975), além da Taça Libertadores de 1976, foi eternizado em uma música, que virou uma espécie de segundo hino do clube, na época da vitória sobre o Santos. A música é lembrada até hoje pelos torcedores mais fanáticos.
"Ê Cruzeiro, você foi campeão do Brasil
Honrando sua cor azul anil
Venceu o Santos de Pelé
Mostrou que é bom, e deu olé
Ê Cruzeiro, você traz alegria
Mostrando à massa
A sua academia
Raul na meta
Procópio e Neco
William, Pedro Paulo, Piazza e Natal
Dirceu Lopes, o furacão
E o grande artilheiro Tostão
Evaldo que não é de brincadeira
E lá na ponta corre o Hilton Oliveira"

11 de dez. de 2010

Caio mostra empolgação em atuar pelo Cruzeiro na Taça Libertadores

Meia do Avaí garante que conversa com a diretoria celeste está avançada

 

O meia Caio, do Avaí, garantiu que está muito próximo do Cruzeiro. O jogador, de 30 anos, foi um dos heróis da equipe catarinense que, na última partida do Campeonato Brasileiro, venceu o Santos, de virada, por 3 a 2. Naquela oportunidade, Caio fez os três gols e garantiu o time da Ressacada na série A em 2011.
Veja as negociações do Cruzeiro
O jogador se mostrou muito feliz em atuar pelo Cruzeiro, principalmente por já ter sido comandado por Cuca em outras épocas, quando jogava no Paraná e no Flamengo.
- Quem não gostaria de estar em um clube como o Cruzeiro, que vai disputar a Libertadores e tem um elenco pra disputar título? Pesa um pouco, gosto muito do Cuca, já trabalhei com ele em outros lugares, mas está sendo conversado, vamos tentar entrar em um acordo. Meu empresário está conversando com a diretoria. Não vou falar de número, de 0 a 10, mas a possibilidade é muito grande de eu ir para o Cruzeiro.
A diretoria celeste não confirma a possível vinda de Caio, mas admite que é um nome que agrada ao técnico Cuca. Para a posição, o Cruzeiro já conta com o argentino Montillo, com Gilberto e também com Roger.

10 de dez. de 2010

Cruzeiro nega interesse no volante Leandro Guerreiro, do Botafogo

O Cruzeiro, assim como grande parte dos clubes brasileiros, segue articulando as possíveis contratações e dispensas para 2011. E, enquanto faz esse planejamento, desmente algumas especulações no mercado da bola.

Nesta sexta-feira, alguns veículos de imprensa noticiaram que o volante Leandro Guerreiro, do Botafogo, interessaria ao clube celeste. O que poderia pesar a favor da contratação é fato do jogador já ter trabalhado com o técnico Cuca, quando o atual comandante do Cruzeiro esteve no time carioca.

O diretor de comunicação do clube mineiro, Guilherme Mendes, desmente a informação. Veja como estão as negociações do Cruzeiro.

- O Cruzeiro não tem nenhum interesse no Leandro Guerreiro. Não foi feito nenhum contato com esse jogador.Em 2009, nós procuramos o Botafogo para conversar, quando o Adilson Batista era o técnico. Porém, na época, não conseguimos avançar na negociação.
A respeito de possíveis contrações para a próxima temporada, Mendes disse que a semana que termina foi de reuniões e que os nomes que vão reforçar o elenco cruzeirense serão divulgados a partir da semana que vem.
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